sábado, 11 de outubro de 2014

17 MULHERES QUE FIZERAM DA INTERNET O QUE ELA É HOJE

Recebido por e-mail da rede social LinkedIn um texto interessante sobre o papel das mulheres na evolução tecnológica na área de informática e da internet, publicado no site BOA DICA
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17 MULHERES QUE FIZERAM DA INTERNET O QUE ELA É HOJE 


Não é novidade para ninguém que o mundo da tecnologia é dominado por (e direcionado para) homens, mas poucas pessoas sabem como grandes avanços que transformaram a internet no que ela é hoje foram criados por mulheres visionárias que não estão exatamente nos livros de história.

Além da história que a gente mais ama, a da querida e destemida Ada Lovelace (que dá nome ao nosso blog) traduzimos do post do Mic (em inglês) outros exemplos muito inspiradores, de mulheres que venceram a barreira do gênero de forma discreta e com relativo anonimato em momentos muito pontuais da história.
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1. Um dos primeiros computadores é programado (1943-45)
O Exército dos Estados Unidos buscava formas mais precisas de prever os ataques da Segunda Guerra Mundial. Foram 6 as mulheres responsáveis por programar um computador de mais de 45 metros de largura desenvolvido com esse fim. Obrigada, Jean Jennings Bartik, Frances “Betty” Snyder Holberton, Kathleen McNulty Mauchly Antonelli, Marlyn Wescoff Meltzer, Ruth Lichterman Teitelbaum e Frances Bilas Spence.

2. Software para o segundo computador comercial do mundo é implantado
Ida Rhodes migrou para os Estados Unidos quando criança durante a Primeira Guerra Mundial e em algumas décadas já frequentava reuniões semanais na casa de Albert Einstein. Apenas. Na América, Ida passou a trabalhar para o Governo desenvolvendo a linguagem de programação C-10, que potencializou a popularização do segundo computador comercial produzido nos Estados Unidos (o UNIVAC 1).

Screen Shot 2014-09-16 at 10.14.343. Um grande passo para a programação de computadores (1952)
Grace Hopper foi a inventora do primeiro compilador, um software que funciona como um tradutor entre humanos e computadores. O software basicamente recebe a linguagem de programação (como JavaScript, por exemplo) e a transforma em Os e 1s para que o computador possa entender as ordens. Esse simples avanço facilitou a vida de muitos engenheiros e possibilitou o desenvolvimento de uma série de programas.





4. A primeira linguagem de programação amplamente usada foi desenvolvida (começo da década de 60)
Em 1961, a IBM contrata Jean Sammet, que passa a liderar o desenvolvimento de FORMAC, uma linguagem de computação que interpreta símbolos algébricos e os traduz em código. Esta foi a primeira linguagem amplamente utilizada na história da computação. Alguns anos depois, ela escreveu um livro a respeito das diferentes linguagens de programacão.

Screen Shot 2014-09-16 at 10.14.465. O setor de telecomunicações é alavancado (1963)
Erna Schneider Hoover trabalhava nos Laboratórios Bell quando teve o seu segundo filho, e enquanto se recuperava no hospital (alô multi-tasking!) desenhou um sistema computadorizado de central de telefonia. Ele controlava automaticamente o volume das ligações e deixava as centrais (como os da foto acima) muito mais eficientes. O sistema revolucionou as telecomunicações e Erna foi premiada com uma das primeiras patentes de software emitidas da época. Décadas mais tarde, os sistemas de telefonia “switching”, usados para rotear bilhões de emails, seriam inspirados nas inovações desta grande mulher.

6. Alpha, a linguagem de computação da CIA usada para quebrar códigos, é usada online (1962)
Durante a Guerra Fria, Frances Allen é o ponto de contato da IBM com a CIA. Frances é a responsável por desenvolver e implementar a linguagem Alpha na agência, capaz de identificar padrões idiomáticos com rapidez em quase todos as línguas. Alpha tornou-se a base para a quebra de códigos na CIA pelos próximos 14 anos.

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7. Uma freira ajuda a trazer a programação para as massas (meados dos anos 60)
A freira Mary Kenneth Keller é a primeira mulher americana a conquistar um Ph.D. em Ciências da Computação, e foi a primeira mulher a trabalhar no departamento de computação do Dartmouth College, que na época só admitia homens. Lá, Mary ajudou a desenvolver BASIC, uma linguagem de programação que facilita a escrita de softwares por não programadores. Essa freira simpática acreditava que computadores deveriam ser usados para potencializar o acesso à informação e a promover a educação. Keller chegou a escrever 4 livros sobre o assunto.

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8. O primeiro computador doméstico é usado (1965)
Mary Allen Wilkes foi uma formanda em Filosofia do Wellesley College que entrou para a história da computação. Ela trabalhava no MIT e escrevia o sistema operacional de LINC, o primeiro micro-computador. Algum tempo depois de LINC, ela constrói o seu próprio PC em casa e torna-se a primeira usuária de um computador doméstico da história.






9. Buscas de resultados ganham um grande impulso (1972)
A professora Karen Sparck Jones começa uma nova carreira em ciências da computação em Cambridge, onde passa a trabalhar no processamento de linguagem natural e recuperação de informação. Ela introduz o conceito de frequência inversa de documento, um método estatístico que determina o quão importante certas palavras são em um documento – fundamental para consultas de pesquisa. Com algumas variações sobre o método, também conhecido pela sigla tf-idf, tornar-se um componente central dos sites de busca.

10. Typo, um dos primeiros corretores ortográficos, é criado (1974)
Lorinda Cherry une-se à empresa Unix e passa a trabalhar em ferramentas de texto, na análise do Federalist Papers e na compressão de uma agenda de telefones digital. Durante o processo, Lorinda ajuda a desenvolver técnicas estatísticas para encontrar erros ortográficos, posteriormente usadas em um dos primeiros softwares corretores, o Typo.

Screen Shot 2014-10-09 at 14.41.1311. A primeira startup multimilionária do Vale do Silício abre o seu capital (1981)
Sandra Kurtzig monta um negócio de programação de software em sua casa para mantê-la ocupada por meio período. Um de seus clientes pede um programa de gestão de recursos, e Kurtzig percebe o potencial para outras aplicações. Ela decide então capitalizar sobre a ideia e contrata uma equipe para desenvolver outras aplicações. A sua empresa ASK Computers não atraiu a atenção de investidores no começo, então a moça continuou investindo o seu próprio dinheiro. Anos mais tarde, Sandra torna-se a primeira mulher a abrir o capital de uma empresa de tecnologia.



12. Steve Jobs tem as suas melhores ideias (começo dos anos 80)
Adele Goldberg começou sua carreira como assistente de laboratório até chefiar o System Concepts Laboratory da Xerox PARC, na Califórnia. Ela desenvolveu uma série de interfaces gráficas para o usuário final – como os cursores, ícones de lixeira – que modificaram e facilitaram a forma old school de controlar um computador, através de comandos. Steve Jobs pediu que Goldberg lhe fizesse uma demonstração de seu software, mas ela se recusou. Pressionada por seus chefes, Adele foi a contragosto e avisou à empresa: “Estamos entregando o ouro!”. Dito e feito: Jobs incorporou várias de suas ideias em seus primeiros desktop Macintosh.

 13. A internet fica mais rápida (1985)
Radia Perlman, uma das poucas alunas no MIT, é contratada na Digital Equipment Corp. Ela desenvolve o algoritmo por trás do Spanning Tree Protocol (também conhecido como STP), uma inovação que permite a Internet como ela existe atualmente. O protocolo cria alguns pontos de tráfego que criam uma vasta rede de informações. Por causa desse avanço, ela ganhou o apelido de “mãe da Internet” — um título que ela rejeita.

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14. Nasce a criptografia moderna (1985)
Shafrira Goldwasser  fica fascinada pela teoria dos números e entra no MIT. Junto com Silvio Micali e alguns outros envolvidos, ela define os requerimentos de segurança de esquemas de assinatura digital, que se tornaram uma das peças-chave em criptografia e cybersegurança. Suas contribuições criaram novos campos de estudo na ciência da computação e influenciarão estudos nas próximas décadas.

15. O tráfego na Internet ganha mais um conjunto de regras (1993)
Sally Floyd é uma das pesquisadoras mais citadas em estudos de ciência da computação. Ela ajudou a inventar a Detecção Randômica Antecipada, que é usada em todos os roteadores de internet e é um componente essencial em como uma informação, como um email, vai de um endereço eletrônico a outro.

16. A turma do suporte ganha uma ajuda (2005)
Monica Lam desenvolve o conceito do livePC, que permite gerenciar computadores de maneira segura em grande escala — uma parte importante da infraestrutura de computadores de grandes corporações.

Screen Shot 2014-10-09 at 14.47.5317. Uma mulher ajuda a desenvolver os sites mais famosos da web (início dos anos 2000)
Marissa Mayer é a primeira engenharia contratada pelo Google. Ela é a responsável pela clássica página de busca e pelo modo como os usuários interagem com o Gmail, Google Notícias e Google Imagens.
Atualmente, ela é conhecida por ser a toda-poderosa chefe do Yahoo.

Esta é uma lista do que entrou para a história, mas atualmente existem muitas mulheres incríveis construindo os produtos que você vai usar amanhã. Mary Lou Jepsen, que está trabalhando em uma tecnologia que fará telefones e computadores dispensarem fontes de energia externa, Corinna “Elektra” Aichele, que está trazendo WiFi a lugares distantes, Monica Lam (de novo ela), que está criando uma Internet mais social, onde os usuários podem compartilhar o que quiserem e serem donos de suas informações, Ruchi Sanghvi, que criou o algoritmo das nossas linhas do tempo do Facebook.

As inovações que as mulheres criam na tecnologia só serão superadas pelas que elas mesmas ainda vão fazer. Thanks sistas.
  
Fonte: Ada

sábado, 27 de setembro de 2014

Um Breve Retrato da Escola


O Instituto Estadual de Educação foi Criado pelo Tenente Manoel Joaquim Machado através do Decreto nº155 de 10 de junho de 1892 com o nome de Escola Normal Catarinense sendo que seu primeiro endereço era junto ao Liceu de Artes e Ofícios antigo Palácio do Governo hoje Museu Cruz e Souza.

Em 1926 a Escola Normal Catarinense inaugura sua sede própria localizado na Rua Saldanha Marinho hoje Faculdade de Educação (FAED).


Com a grande procura por vagas no Instituto de Educação Dias Velho, denominação recebida a partir de janeiro 1947 com o Decreto nº3779, procurou-se um espaço mais amplo para um novo prédio com 17.880 m2 de área construída, foi escolhido o Campo do Manejo assim denominado por ser um local utilizado para o manejo de armas por soldados do quartel que ali existia.
 

Local também ocupado frequentemente por ciganos e circos que passavam por Florianópolis.
No inicio da década de 60 inicia-se a obra do atual prédio e em 1964 o Colégio Estadual Dias Velho denominação recebida em 1949, deixava o prédio da Rua Saldanha Marinho para transferir-se para as modernas e amplas instalações da Avenida Mauro Ramos, cujas obras duraram mais de 10 anos e finalmente em 1969 passou a chamar-se definitivamente Instituto Estadual de Educação.

Hoje o IEE abriga a Escola de Aplicação (EDA) – ensino fundamental 1, Ensino Fundamental 2, Ensino médio regular, ensino médio inovador e curso magistério. Conta ainda com um centro de línguas estrangeiras (CELE) que oferece cursos de diferentes idiomas não só para os alunos do Instituto, mas também aberto para a comunidade.

O IEE está equipado com:
- Laboratórios específicos para todas as disciplinas
- Audio visual equipado com computador, televisor, som, DVD
- Diversos equipamentos de som e multimídia disponíveis para uso dos professores em suas aulas (laptops, caixas de som, DVDs, projetores, aparelhos de reprodução e CDs)
- Sala multimídia, com lousa digital
- Dois laboratórios de informática
- Salas equipadas com projetores multimídia
- Diversos pontos de internet sem fio espalhados pelo colégio
- Dois auditórios, sendo um com capacidade superior a 200 pessoas


Traçando um retrato da escola
Para podermos traçar um retrato mais completo e fidedigno da escola o grupo se dividirá nas seguintes tarefas:

- Fazer um levantamento completo e preciso dos equipamentos disponíveis no espaço da escola;
- Averiguar a frequência com que são usadas as mídias disponíveis na escola pelos professores;
- Realizar entrevistas com professores e alunos buscando a opinião sobre os resultados obtidos a partir do uso das tecnologias nas aulas;
- Registrar através de fotos, vídeos e entrevistas o uso das tecnologias;
- Aplicar questionários com professores e alunos sobre o uso das tecnologias como auxiliar nas aulas das diferentes disciplinas escolares;
- Analisar os dados obtidos.

Educação na Cultura Digital

Este espaço foi criado para a publicação de materiais e reflexões dos professores do Instituto Estadual de Educação no curso Educação na Cultura Digital, parceria da Universidade Federal de Santa Catarina com a Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina.