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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sábado, 11 de outubro de 2014
17 MULHERES QUE FIZERAM DA INTERNET O QUE ELA É HOJE
Recebido por e-mail da rede social LinkedIn
um texto interessante sobre o papel das mulheres na evolução
tecnológica na área de informática e da internet, publicado no site BOA DICA
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17 MULHERES QUE FIZERAM DA INTERNET O QUE ELA É HOJE
Esta é uma lista do que entrou para a história, mas atualmente existem muitas mulheres incríveis construindo os produtos que você vai usar amanhã. Mary Lou Jepsen, que está trabalhando em uma tecnologia que fará telefones e computadores dispensarem fontes de energia externa, Corinna “Elektra” Aichele, que está trazendo WiFi a lugares distantes, Monica Lam (de novo ela), que está criando uma Internet mais social, onde os usuários podem compartilhar o que quiserem e serem donos de suas informações, Ruchi Sanghvi, que criou o algoritmo das nossas linhas do tempo do Facebook.
As inovações que as mulheres criam na tecnologia só serão superadas pelas que elas mesmas ainda vão fazer. Thanks sistas.
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17 MULHERES QUE FIZERAM DA INTERNET O QUE ELA É HOJE
Não
é novidade para ninguém que o mundo da tecnologia é dominado por (e
direcionado para) homens, mas poucas pessoas sabem como grandes avanços
que transformaram a internet no que ela é hoje foram criados por
mulheres visionárias que não estão exatamente nos livros de história.
Além da história que a gente mais ama, a da querida e destemida Ada Lovelace (que dá nome ao nosso blog) traduzimos do post do Mic
(em inglês) outros exemplos muito inspiradores, de mulheres que
venceram a barreira do gênero de forma discreta e com relativo anonimato
em momentos muito pontuais da história.
O
Exército dos Estados Unidos buscava formas mais precisas de prever os
ataques da Segunda Guerra Mundial. Foram 6 as mulheres responsáveis por
programar um computador de mais de 45 metros de largura desenvolvido com
esse fim. Obrigada, Jean Jennings Bartik, Frances “Betty” Snyder
Holberton, Kathleen McNulty Mauchly Antonelli, Marlyn Wescoff Meltzer,
Ruth Lichterman Teitelbaum e Frances Bilas Spence.
2. Software para o segundo computador comercial do mundo é implantado
Ida
Rhodes migrou para os Estados Unidos quando criança durante a Primeira
Guerra Mundial e em algumas décadas já frequentava reuniões semanais na
casa de Albert Einstein. Apenas. Na América, Ida passou a trabalhar para
o Governo desenvolvendo a linguagem de programação C-10, que
potencializou a popularização do segundo computador comercial produzido
nos Estados Unidos (o UNIVAC 1).
Grace
Hopper foi a inventora do primeiro compilador, um software que funciona
como um tradutor entre humanos e computadores. O software basicamente
recebe a linguagem de programação (como JavaScript, por exemplo) e a
transforma em Os e 1s para que o computador possa entender as ordens.
Esse simples avanço facilitou a vida de muitos engenheiros e
possibilitou o desenvolvimento de uma série de programas.
4. A primeira linguagem de programação amplamente usada foi desenvolvida (começo da década de 60)
Em
1961, a IBM contrata Jean Sammet, que passa a liderar o desenvolvimento
de FORMAC, uma linguagem de computação que interpreta símbolos
algébricos e os traduz em código. Esta foi a primeira linguagem
amplamente utilizada na história da computação. Alguns anos depois, ela
escreveu um livro a respeito das diferentes linguagens de programacão.
Erna
Schneider Hoover trabalhava nos Laboratórios Bell quando teve o seu
segundo filho, e enquanto se recuperava no hospital (alô multi-tasking!)
desenhou um sistema computadorizado de central de telefonia.
Ele controlava automaticamente o volume das ligações e deixava as
centrais (como os da foto acima) muito mais eficientes. O sistema
revolucionou as telecomunicações e Erna foi premiada com uma das
primeiras patentes de software emitidas da época. Décadas mais tarde, os
sistemas de telefonia “switching”, usados para rotear bilhões de
emails, seriam inspirados nas inovações desta grande mulher.
6. Alpha, a linguagem de computação da CIA usada para quebrar códigos, é usada online (1962)
Durante
a Guerra Fria, Frances Allen é o ponto de contato da IBM com a CIA.
Frances é a responsável por desenvolver e implementar a linguagem Alpha
na agência, capaz de identificar padrões idiomáticos com rapidez em
quase todos as línguas. Alpha tornou-se a base para a quebra de códigos
na CIA pelos próximos 14 anos.
7. Uma freira ajuda a trazer a programação para as massas (meados dos anos 60)
A
freira Mary Kenneth Keller é a primeira mulher americana a conquistar
um Ph.D. em Ciências da Computação, e foi a primeira mulher a trabalhar
no departamento de computação do Dartmouth College, que na época só
admitia homens. Lá, Mary ajudou a desenvolver BASIC, uma linguagem de
programação que facilita a escrita de softwares por não programadores.
Essa freira simpática acreditava que computadores deveriam ser usados
para potencializar o acesso à informação e a promover a educação. Keller
chegou a escrever 4 livros sobre o assunto.
Mary
Allen Wilkes foi uma formanda em Filosofia do Wellesley College que
entrou para a história da computação. Ela trabalhava no MIT e escrevia o
sistema operacional de LINC, o primeiro micro-computador. Algum tempo
depois de LINC, ela constrói o seu próprio PC em casa e torna-se a
primeira usuária de um computador doméstico da história.
9. Buscas de resultados ganham um grande impulso (1972)
A
professora Karen Sparck Jones começa uma nova carreira em ciências da
computação em Cambridge, onde passa a trabalhar no processamento de
linguagem natural e recuperação de informação. Ela introduz o conceito
de frequência inversa de documento, um método estatístico que
determina o quão importante certas palavras são em um documento –
fundamental para consultas de pesquisa. Com algumas variações sobre o
método, também conhecido pela sigla tf-idf, tornar-se um componente
central dos sites de busca.
10. Typo, um dos primeiros corretores ortográficos, é criado (1974)
Lorinda Cherry une-se à empresa Unix e passa a trabalhar em ferramentas de texto, na análise do Federalist Papers
e na compressão de uma agenda de telefones digital. Durante o processo,
Lorinda ajuda a desenvolver técnicas estatísticas para encontrar erros
ortográficos, posteriormente usadas em um dos primeiros softwares
corretores, o Typo.
Sandra
Kurtzig monta um negócio de programação de software em sua casa para
mantê-la ocupada por meio período. Um de seus clientes pede um programa
de gestão de recursos, e Kurtzig percebe o potencial para outras
aplicações. Ela decide então capitalizar sobre a ideia e contrata uma
equipe para desenvolver outras aplicações. A sua empresa ASK Computers
não atraiu a atenção de investidores no começo, então a moça continuou
investindo o seu próprio dinheiro. Anos mais tarde, Sandra torna-se a
primeira mulher a abrir o capital de uma empresa de tecnologia.
12. Steve Jobs tem as suas melhores ideias (começo dos anos 80)
Adele Goldberg começou sua carreira como assistente de laboratório até chefiar o System Concepts Laboratory da
Xerox PARC, na Califórnia. Ela desenvolveu uma série de interfaces
gráficas para o usuário final – como os cursores, ícones de lixeira –
que modificaram e facilitaram a forma old school de controlar um
computador, através de comandos. Steve Jobs pediu que Goldberg lhe
fizesse uma demonstração de seu software, mas ela se recusou.
Pressionada por seus chefes, Adele foi a contragosto e avisou à empresa:
“Estamos entregando o ouro!”. Dito e feito: Jobs incorporou várias de
suas ideias em seus primeiros desktop Macintosh.
13. A internet fica mais rápida (1985)
Radia
Perlman, uma das poucas alunas no MIT, é contratada na Digital
Equipment Corp. Ela desenvolve o algoritmo por trás do Spanning Tree
Protocol (também conhecido como STP), uma inovação que permite a
Internet como ela existe atualmente. O protocolo cria alguns pontos de
tráfego que criam uma vasta rede de informações. Por causa desse avanço,
ela ganhou o apelido de “mãe da Internet” — um título que ela rejeita.
Shafrira
Goldwasser fica fascinada pela teoria dos números e entra no MIT.
Junto com Silvio Micali e alguns outros envolvidos, ela define os
requerimentos de segurança de esquemas de assinatura digital, que se
tornaram uma das peças-chave em criptografia e cybersegurança. Suas
contribuições criaram novos campos de estudo na ciência da computação e
influenciarão estudos nas próximas décadas.
15. O tráfego na Internet ganha mais um conjunto de regras (1993)
Sally
Floyd é uma das pesquisadoras mais citadas em estudos de ciência da
computação. Ela ajudou a inventar a Detecção Randômica Antecipada, que é
usada em todos os roteadores de internet e é um componente essencial em
como uma informação, como um email, vai de um endereço eletrônico a
outro.
16. A turma do suporte ganha uma ajuda (2005)
Monica
Lam desenvolve o conceito do livePC, que permite gerenciar computadores
de maneira segura em grande escala — uma parte importante da
infraestrutura de computadores de grandes corporações.
Marissa
Mayer é a primeira engenharia contratada pelo Google. Ela é a
responsável pela clássica página de busca e pelo modo como os usuários
interagem com o Gmail, Google Notícias e Google Imagens.
Atualmente, ela é conhecida por ser a toda-poderosa chefe do Yahoo.
Esta é uma lista do que entrou para a história, mas atualmente existem muitas mulheres incríveis construindo os produtos que você vai usar amanhã. Mary Lou Jepsen, que está trabalhando em uma tecnologia que fará telefones e computadores dispensarem fontes de energia externa, Corinna “Elektra” Aichele, que está trazendo WiFi a lugares distantes, Monica Lam (de novo ela), que está criando uma Internet mais social, onde os usuários podem compartilhar o que quiserem e serem donos de suas informações, Ruchi Sanghvi, que criou o algoritmo das nossas linhas do tempo do Facebook.
As inovações que as mulheres criam na tecnologia só serão superadas pelas que elas mesmas ainda vão fazer. Thanks sistas.
Fonte: Ada
sábado, 27 de setembro de 2014
Um Breve Retrato da Escola
O Instituto Estadual de Educação foi Criado pelo Tenente Manoel Joaquim Machado através do Decreto nº155 de 10 de junho de 1892 com o nome de Escola Normal Catarinense sendo que seu primeiro endereço era junto ao Liceu de Artes e Ofícios antigo Palácio do Governo hoje Museu Cruz e Souza.
Em 1926 a Escola Normal Catarinense inaugura sua sede própria localizado na Rua Saldanha Marinho hoje Faculdade de Educação (FAED).
Com a grande procura por vagas no Instituto de Educação Dias Velho, denominação recebida a partir de janeiro 1947 com o Decreto nº3779, procurou-se um espaço mais amplo para um novo prédio com 17.880 m2 de área construída, foi escolhido o Campo do Manejo assim denominado por ser um local utilizado para o manejo de armas por soldados do quartel que ali existia.
Local também ocupado frequentemente por ciganos e circos que passavam por Florianópolis.
No inicio da década de 60 inicia-se a obra do atual prédio e em 1964 o Colégio Estadual Dias Velho denominação recebida em 1949, deixava o prédio da Rua Saldanha Marinho para transferir-se para as modernas e amplas instalações da Avenida Mauro Ramos, cujas obras duraram mais de 10 anos e finalmente em 1969 passou a chamar-se definitivamente Instituto Estadual de Educação.
Hoje o IEE abriga a Escola de Aplicação (EDA) – ensino fundamental 1, Ensino Fundamental 2, Ensino médio regular, ensino médio inovador e curso magistério. Conta ainda com um centro de línguas estrangeiras (CELE) que oferece cursos de diferentes idiomas não só para os alunos do Instituto, mas também aberto para a comunidade.
O IEE está equipado com:
- Laboratórios específicos para todas as disciplinas
- Audio visual equipado com computador, televisor, som, DVD
- Diversos equipamentos de som e multimídia disponíveis para uso dos professores em suas aulas (laptops, caixas de som, DVDs, projetores, aparelhos de reprodução e CDs)
- Sala multimídia, com lousa digital
- Dois laboratórios de informática
- Salas equipadas com projetores multimídia
- Diversos pontos de internet sem fio espalhados pelo colégio
- Dois auditórios, sendo um com capacidade superior a 200 pessoas
Traçando um retrato da escola
Para podermos traçar um retrato mais completo e fidedigno da escola o grupo se dividirá nas seguintes tarefas:
- Fazer um levantamento completo e preciso dos equipamentos disponíveis no espaço da escola;
- Averiguar a frequência com que são usadas as mídias disponíveis na escola pelos professores;
- Realizar entrevistas com professores e alunos buscando a opinião sobre os resultados obtidos a partir do uso das tecnologias nas aulas;
- Registrar através de fotos, vídeos e entrevistas o uso das tecnologias;
- Aplicar questionários com professores e alunos sobre o uso das tecnologias como auxiliar nas aulas das diferentes disciplinas escolares;
- Analisar os dados obtidos.
Educação na Cultura Digital
Este espaço foi criado para a publicação de materiais e reflexões dos professores do Instituto Estadual de Educação no curso Educação na Cultura Digital, parceria da Universidade Federal de Santa Catarina com a Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina.
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